A capital federal está gestante de nascituro cujo pai é a corrupção.
Após a ecografia de ótima qualidade, pudemos tomar conhecimento do quanto estamos envolvidos neste “caso amoroso”.
Não há ainda como saber o sexo desse problema. Se será uma bela guinada e sacudida na democracia. Ou mais uma demonstração da ineficiência do julgo popular.
São muitos os efeitos colaterais da gravidez. Náuseas (em filas de hospitais envergonhantes), agressividade (no trânsito de via em obras infindáveis), que contrastam com muito pesar e sentimentalismos (afinal, há pobres larápios encarcerados).
A nossa independência e democracia, após parto de alto risco, encontra-se na UTI. Alguns acreditam que o melhor tratamento é uma intervenção. Para outros é que nada se faça e permaneça-se com este “menino” defeituoso, o que nos libera da culpa por gerar outros “meninos” defeituosos.
Sugiro uma nova técnica cirúrgica que está sob o julgo de especialistas temerosos, afinal o próximo atingido pode ser o próprio. Trata-se de deixar estéreis os pais de mau-caratismos.
Acredito que ainda não se entendeu a “gravidez” do problema.
Que sugere?
Se ainda não tem uma opinião, saiba que perdão é divino e necessário. Mas apatia, ignorância e fraqueza.
2 comentários:
Como senpre trazendo algo novo... Adorei... O título também ficou show... Se encaixou como novela e comerciais (sempre começa os comerciais nas cenas mais polêmicas pra deixar ansiedade)... Heheheeheheehehe...
Adorei esse texto! Será que o nascituro vai conseguir chegar nos seus 18 anos para então tomar conta de si? E o que será que este nascituro pretende seguir em sua vida? Seguiremos acompanhando os próximos capítulos.
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