Vi a chuva cair
Tropecei na tua bela figura
Rasguei as cartas do passado
Para talvez refugiar a amargura
Muitas vezes dormi na escada
Outras no meio da rua
Já corte os pulsos
Já neguei que fosse sua
Corri sem rumo pela cidade
Já fiz algumas amizades
Troquei sandálias po tênis
E mentiras por verdades
Despedi as mágoas do meu peito
Deixei de lado meus trejeitos
Aceitei minhas imperfeições
Descobri que o amor não é perfeito
3 comentários:
O poema é seu né? Hummm... Não sei se entendi direito, mas o título representa uma troca de fase... "Rasguei as cartas do passado" pode ser considerado uma tentativa de fulga... As lembrança da figura do próximo vem ao personagem do poema ao ver a chuva... O q o poema passa é uma polêmica tentativa de fugir do amor... Negar q ela fosse dele...
Sim o poema é meu, mas não fala nada do meu presente momento. Até pq é antigo, tanto quanto meu ilusório pensamento sobre não ter coração. Admito, eu sei amar mas um amor maduro.
Gostei da identidade q o poema toma... Ora sombrio, ora abandonado...
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